segunda-feira, 11 de junho de 2012

DICAS!!


Alguns conselhos
importantes para
iluminação de hotéis
Agrade seus hóspedes.
Substitua o efeito duro das lâmpadas frias por fluorescentes de
melhor qualidade (IRC maior que 80). Realce assim os
autênticos tons de cor de pele e as cores vibrantes da
decoração para que seus hóspedes se sintam bem e
aconchegantes.
Quando estender o tapete vermelho, certifique-se de
que realmente se veja vermelho.
Procure utilizar lâmpadas com IRC de 80 e 100. Isso ajudará a
realçar as cores da decoração.
Aumente o nível de iluminação para as pessoas mais
idosas.
Ao passar dos anos, necessitamos de mais luz para enxergar
bem. Uma pessoa aos 50 anos de idade precisa de 5 vezes mais
luz que aos 10 anos, e aos 60 anos precisa de 15 vezes mais.
Proporcione altos níveis de iluminação para a segurança e a
comodidade dos seus hóspedes mais idosos.
Lâmpadas mais eficientes produzem menos calor.
Procure usar uma iluminação eficiente de menor potência. Ela
produzirá menos calor e portanto reduzirá a necessidade de ar
condicionado, proporcionando um maior conforto.
Mantenha limpas as luminárias para melhor
rendimento.
Limpe as luminárias e as lâmpadas pelo menos uma vez ao ano
para assegurar o máximo de rendimento na iluminação.

DICAS!!!


Dicas de Iluminação Residencial

Iluminação Residencial


Ao se falar de luz, não existe certo ou errado, mas sim o efeito mais adequado para cada situação/ambiente. A iluminação é essencial na criação do ambiente, sendo atualmente, um dos elementos mais importantes na arquitetura. Uma boa iluminação acentua, extraordinariamente, a beleza de qualquer espaço e assegura conforto ideal para cada atividade ali executada.

Abaixo algumas dicas importantes:

SALA DE ESTAR:
 A sala deve ter uma iluminação agradável e flexível, capaz de ser alterada de acordo com cada situação. Esse ambiente deve ter uma iluminação geral direta por meio de plafons, lustres, pendentes ou uma iluminação geral indireta com o uso de sancas. Associada a iluminação geral, deve-se ter uma iluminação de destaque para realçar itens importantes da decoração, como quadros, objetos de decoração.

SALA DE JANTAR: O foco principal da iluminação de uma sala de jantar está na mesa. O uso de lustres, luminárias tipo pendente iluminam todo o espaço, criando uma atmosfera agradável.

COZINHA: A cozinha deve ter uma iluminação geral difusa, associada com uma iluminação de apoio para a área de bancada. Para a iluminação geral, podem ser utilizadas lâmpadas com temperatura de cor fria, pois estimulam a atenção para evitar pequenos acidentes domésticos.

BANHEIROS: A iluminação dessa área deve ser suave e agradável. É fundamental cuidar da iluminação na área do espelho para que haja luminosidade suficiente para maquiagem ou fazer a barba.

DORMITÓRIOS: Nos quartos pode-se utilizar iluminação geral direta, com o uso de plafons, luminárias embutidas ou criar um ambiente mais aconchegante com o uso de iluminação indireta, através de luminárias de parede e até mesmo luminárias de teto específicas que produzem esse efeito. Outro ponto que deve ser abordado nesse espaço é o uso de luminárias que auxiliem a leitura na cama.

ESCRITÓRIOS DOMÉSTICOS: Nesse ambiente os olhos possuem um trabalho intenso. Uma boa regra é ter cerca de três vezes mais luz na superfície de trabalho do que no resto do cômodo.

ILUMINAÇÃO EXTERNA: Segurança e destaque são as funções principais de uma iluminação externa. A iluminação deve ser feita com luminárias que tenham características técnicas para áreas externas. É interessante a utilização de balizadores para demarcar os caminhos e luminárias tipo embutidos de piso para a iluminação da vegetação.

BY,PATRICIA LIMMA.


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sexta-feira, 8 de junho de 2012


Iluminação de Padaria!


Uma padaria estreita de 35M2 onde a solução de soltar o forro de gesso e trabalhar com luz linear periférica através de sanca invertida foi uma ótima opção para dar a sensação de amplitude. Destaque para os pendentes em latão envelhecido na parte interna e patinado preto por fora, que deram ao ambiente um aspecto rústico e artesanal remetendo às panelas de cozinha e a panificação.






BY,PATRICIA LIMMA.

CÉU DE ESTRELAS PARA HOSPITAL

Céu de Estrelas para os bebês!!!




Na sala das incubadoras da Maternidade do Hospital Moinhos de Vento em Porto Alegre, foi executada para atingir as intensidades luminosas adequadas e convenientes para cada momento. No perímetro a iluminação é contínua com luminárias para lâmpadas T5, 28W, 4.000K, com acrílico translúcido e principalmente dimerizadas, podendo atender às diversas tarefas necessárias nas incubadoras conforme os horários. No centro do forro o grande destaque: foi instalado um CÉU DE ESTRELAS em FIBRA ÓPTICA, permitindo momentos especiais para os pais observarem seus bebês. A dinâmica da luz, mais branca ou mais amarela, tem influência na produção dos hormônios que regulam o ciclo circadiano -  que designa o período de 24 horas sobre o qual se baseia todo o ciclo biológico do corpo humano influenciado pela luz solar.




BY,PATRICIA LIMMA.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Sanitária Itaperunense: ILUMINAÇÃO HOSPITALAR!!!

Sanitária Itaperunense: ILUMINAÇÃO HOSPITALAR!!!: Iluminação Hospitalar A luz em ambientes hospitalares como um componente de saúde e conforto humano A elaboração de um projeto de i...

ILUMINAÇÃO PAISAGÍSTICA!


Iluminação Paisagística












Qual o principal critério para a boa iluminação artificial de um projeto paisagístico?

Além do aspecto cênico que deve ser salientado - destacando-se formas, volumes e cores -,devemos observar outros itens importantes, como por exemplo, não interferência na fauna local, iluminação de segurança (principalmente para ambientes residenciais), uso de luminárias e lâmpadas apropriadas para áreas externas, não ofuscamento dos usuários, consumo e manutenção.

Existe critério para a utilização de produtos como luminárias, arandelas , balizadores , postes , mini postes, projetores , espetos e outros?

O critério principal para iluminação de áreas externas é o uso de luminárias próprias para esses locais, que suportem as ações do tempo e outras agressões da natureza aos materiais aplicados. A partir daí, a escolha dos tipos de equipamento, normalmente consideram:


Spots e projetores - indicados para iluminação geral ou criar efeitos especiais, como iluminação focal. Devem ser posicionados a uma distância de 1/3 da altura do elemento a ser iluminado. Fincados na terra, os espetos são exemplos desse tipo de luminária que realça os contornos de arbustos e pequenos canteiros.

Postes - Iluminam uma área de maneira geral. É recomendável que tenham mais de 1.80m de altura para não ofuscar.

Balizadores e mini postes - Ideais para caminhos, áreas de circulação e elementos baixos, como as forrações de um jardim. Normalmente, o raio de iluminação destas peças é igual a duas vezes e meia a sua altura. Recomenda-se que tenham menos de 1.10m de altura para não incomodar os olhos. Vem crescendo muito o uso de embutidos no piso, com LEDS, próprios para demarcar percursos.

Arandelas- Também chamadas de "varre paredes", normalmente proporcionam uma iluminação indireta, onde se percebe o contorno do local. São apropriadas para fachadas, caminhos, terraços e varandas. Devem ser específicas para as áreas externas, com proteção contra o sol, água, ventos, etc. Normalmente possuem vidros temperados, fiação resistente, vedação eficiente e borrachas de pressão.


O que representa em termos práticos, "iluminação geral" e "iluminação pontual" num projeto para paisagismo?

Iluminação geral - Ilumina amplamente o local, sem destacar nenhum ponto;percebe-se o jardim como um todo. Para cada efeito existem luminárias e lâmpadas específicas.
Iluminação focal - Direcionada, conduz a atenção para um ponto específico do jardim como arbustos, esculturas e centros de interesse.
Iluminação indireta - Demarca levemente o jardim sem um foco de destaque;normalmente colocada por trás das plantas ou direcionadas para muros ou pisos.

Quais são as últimas tendências em luminárias para iluminação de jardins?

Um caminho aponta na direção do desenvolvimento tecnológico e o outro no de luminárias com materiais de origem natural, mas que, na sua obtenção na natureza não agridam o meio ambiente ou que se regeneram de forma rápida sem prejudicar a formação da espécie escolhida. Principalmente para os grandes centros, estes materiais acabam reaproximando o ser humano da natureza, devolvendo sensações psicológicas que estão se perdendo na vida moderna das pessoas.

BY PATRICIA LIMMA.

ILUMINAÇÃO HOSPITALAR!!!


Iluminação Hospitalar









A luz em ambientes hospitalares como um componente de saúde e conforto humano
A elaboração de um projeto de iluminação para ambientes hospitalares é um processo complexo que deve buscar, invariavelmente, satisfazer à diversidade de critérios técnicos e às compatibilidades físico-funcionais. A solução projetual deve atender prioritariamente às demandas da atividade ali desempenhada, compatibilizando a possibilidade de realização da função assistencial com outros requisitos pertinentes à arquitetura e ao conforto humano.

A modificação do cenário que abriga os prédios com a função de prestação de serviços de saúde - hospitalar com internação, hospital-dia, unidades de atenção ambulatorial ou unidades de apoio ao diagnóstico e terapia - é um conceito relativamente novo, porém que se renova ininterruptamente. As recomendações de grande significância relacionadas à harmonia arquitetônica, decorrentes das grandes inovações tecnológicas biomédicas, tiveram o seu marco histórico estabelecido a partir do princípio do século XIX, consolidando-se definitivamente com o advento da invenção da energia elétrica, na segunda metade deste século, como elemento indissociado da atividade humana.
Após esse processo evolutivo, e simultaneamente ao surgimento da necessidade de que os ambientes sejam projetados especificamente, que os consultórios atendam às características das diversas especialidades médicas, que cada clínica exija a sua adequação, que as unidades de terapia intensiva e as demais áreas críticas do ambiente hospitalar exerçam a atenção primaz do cuidado específico na sua implantação e compatibilização tecnológica, surge também a necessidade de se promover conforto ao ambiente de trabalho.
A sensação de conforto ambiental não é uma percepção facilmente mensurável. Resultado da harmonia de vários condicionantes - hidrotérmicos, acústicos, visuais, de qualidade do ar, entre outros-ela pode propiciar a integração do homem a seu meio, otimizando seu desempenho, segundo a avaliação do ergonomista e pesquisador Peter Boyce, do Lighting Research Center, um centro de pesquisa e educação, conhecido mundialmente, voltado para iluminação: de tecnologias à aplicação e uso de energia, e de design à saúde e visão.
O desenho do espaço, os elementos funcionais e estéticos, a utilização adequada da iluminação natural e artificial, o uso das cores e, naturalmente, os aspectos vinculados ao conforto ambiental, assumem um papel fundamental na aproximação entre a atividade realizada no ambiente e o resultado desta. Esta abordagem ganha relevância quando se observa a sua importância no acolhimento proposto pelos programas de humanização dos ambientes de saúde. Seja esse serviço de caráter público ou privado.

Os parâmetros técnicos utilizados no Brasil para a elaboração de projetos de iluminação em ambientes hospitalares ainda estào referidos às recomendações da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT através da NBR 5413 - Iluminância de Interiores, que determina no item 5.3.28 - Hospitais, "A Iluminância mínima em lux por tipos de atividades ( valores médios em serviço )". No entanto, os novos conceitos de materiais, equipamentos e lâmpadas recomendam pesquisas mais aprofundadas e específicas para cada atividade de atenção à saúde e suas respectivas demandas lumínicas.

Orientações para um projeto de Iluminação Hospitalar
  • a visão que um paciente tem em um leito é do teto, por isso, a iluminação deve ser indireta;
  • cada paciente associa sua patologia às cores, portanto, dependendo da patologia, escolhe-se a cor mais adequada para o relaxamento do paciente;
  • durante uma cirurgia, o campo visual cirúrgico é vermelho e geralmente se encontra sob altíssima luminância e iluminância que varia entre 10 e 20 mil lux. Por isso, o piso do local tende a ser verde, garantindo descanso visual, e ambientes no entorno da sala de cirurgia devem ter 50% de luminância do campo cirúrgico e redução gradativa, para a adaptação do olho de quem ali trabalha;
  • baixa iluminância, próximo ao nível do piso,é ideal para deslocamentos dos pacientes pelos ambientes hospitalares;
  • luminárias nas cabeceiras dos leitos, que permitam diferentes iluminâncias, auxiliam o paciente e o trabalho de enfermagem;
  • o IRC indicado para ambientes hospitalares é de 80 até 90, para não interferir no exame clínico;
  • a temperatura de cor mais usada em hospitais está entre 4000K e 4500K. Por volta de 5000K causa sensação emocional de frio e desconforto. Aproximadamente 3000K dá a sensação de calor;
  • o uso de fluorescentes tubulares com pó trifósforo(16/18W e 32/36W ) e compactas (26W) é ideal para iluminação geral;
  • o uso de luz natural reduz o tempo de internação do paciente, pois auxilia a noção de temporalidade do paciente, ajudando na sua recuperação;
  • a iluminação artificial é indicada em áreas com grande profundidade;
  • a variação de luz anima os usuários de ambientes hospitalares. Exemplos disso é a produção de algumas áreas mais claras que outras, e iluminação de destaque para alguns objetos;